quinta-feira, 31 de março de 2011

Do que contam por aí...


Dizem que depois da tempestade vêm a bonança. Que quando as desilusões amorosas passam, o coração outra vez é renovado. A casa então é limpa e fica à espera de algum novo amor que possa entrar ali naquele cômodo agora desabitado, mas pronto para receber quem chegar nele. Dizem também que é nessa espera que guardamos as melhores coisas e todo amor que sentimos dentro de nós, como se vivessemos um romance interno.

Dizem aquelas línguas nem tão más assim que isso tudo que está guardado ali dentro, um dia será embrulhado em papel de presente e amarrado com uma fita vermelha. Então será presenteado àquele que for merecedor, em um momento oportuno, como uma surpresa.

Quando chegar esse momento, borboletas de todas as cores voarão pelo seu estômago no instante que pôr seus olhos nos dele.

E cada dia de espera por esse momento, é um dia a menos de solidão. Sentir isso conforta a alma e acalma o coração. 

Mas isso quem conta são as histórias de amor. 

E eu gosto tanto de hitórias de amor.

Arriscar mais pra viver


"É preciso correr riscos, Jéssica. Eu tentei na cara dura. E sabe de uma coisa? Tive uma vida maravilhosa."

(Do filme: Um lugar na platéia)

Na vida é preciso arriscar, sem tanto medo de errar. Não só viveremos mais intensamente como teremos muitas histórias para contar.

Tem muito mais coisas ainda que eu gostaria de dizer sobre esse filme que adorei, mas paremos por aqui. Em poucas palavras defino-o: simples e harmonioso. Com pedacinhos de Paris.

Das sutis diferenças...

 

"Existem 2 tipos de pessoas: as que atendem o telefone e dizem "Quem é o pentelho agora?". E aquelas como eu que dizem: "Humm... Quem pode ser?"."

(Do filme: Um Lugar na Platéia).

quarta-feira, 30 de março de 2011

Sabores da vida

Gastronomia. Paixão. Espanha. Romance. Puros prazeres. Vontade de viver... 

Assim é Dieta Mediterrânea.

Um filme envolvente do início ao fim, mergulhado no belo idioma espanhol e na trilha sonora com sutis badalos de castanholas ao fundo e músicas típicas catalãs. Na trajetetória, a protagonista Sofía está dividida entre seus dois amores e a gastronomia. Com pitadas de humor e romance, o filme é um exagero da vida mostrado em uma forma mais leve, cheia de sabores e encantos. 

Ao assistí-lo, tive a certeza de que a felicidade realmente está nas coisas simples da vida. Enxergá-la assim é uma delícia.

É isso que eu quero pra mim.

 "Não importa errar. Importa é seguir buscando."

Otimismo no ar


"As coisas boas vêm quando menos se esperam." 
(Clarice Lispector)

Hora de ser feliz

 

"Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Fui ser feliz, e não volto."

Da esperança que existe na gente...

 

"Os sonhos também são como estrelas que se acendem em nosso horizonte. Embora os percamos de vista, continuam brilhando em algum lugar recôndito do nosso ser. Será isso a esperança?" (Francesc Miralles)

terça-feira, 29 de março de 2011

Dar tempo ao tempo

De repente tudo parece tão nebuloso. Das certezas de antes, dúvidas e indecisões tomam seu lugar outra vez. Às vezes dá uma canseira na alma essa insistência, essa luta diária e não ver as coisas acontecerem.

Sou uma pessoa até bem otimista, tenho fé e acredito que algo bom vá acontecer. Mantenho-me em movimento correndo atrás do que tanto almejo, mas sinto que não é o suficiente e que a partir de agora preciso caminhar com minhas próprias pernas, arregaçar as mangas e partir para o ataque com unhas e dentes, coragem e determinação. Porém, é difícil eu conseguir isto de uma hora pra outra já que é a primeira vez que determino coisas mais sérias por minha própria conta e risco. Por essas e outras, levará um tempo maior para conquistar o que quero pra mim. Contudo, a luta não deixará de ser constante. A passos de formigas talvez, mas de formigas trabalhadoras. Paciência é uma virtude e eu estou aprendendo a usá-la.

Pois então eu sigo meu caminho - sozinha - arriscando e escutando conselhos dos mais experientes. Continuarei no mesmo foco e na mesma estrada, entretanto com materiais de trabalho diferentes. Se eu falhar, serei a única responsável pelos meus atos assim como Clarice Lispector uma vez disse em uma de suas obras: "Terei toda a aparência de quem falhou, e só eu saberei se foi a falha necessária." 

No final sei que minhas conquistas serão alcançadas, eu serei recompensada pelos meus feitos e então, o sol brilhará pra mim. Intensamente. 

"Cada día es una oportunidad
de salir a la calle y enfrentar al viento
Los sueños a veces se hacen realidad
dale tiempo al tiempo
."
(Fito Páez)

segunda-feira, 28 de março de 2011

So alone...





"But you open your eyes to the sky
and whisper
That you are so lonely
You are so alone
You're so alone
You're so lonely, so lonely..."
(Yael Naim)


quinta-feira, 24 de março de 2011

Das minhas leituras...


"[...]Dizer "sim" para o que o destino nos oferece significa acreditar que a gente merece algo parecido com crescer, iluminar-se, expandir-se, renovar-se, encontrar-se e ser feliz."

(Trecho do livro Pensar é trangredir - Lya Luft)

quarta-feira, 23 de março de 2011

No se ve...


"...pero siento que hay en mí algo que está cambiando..."
(Julieta Venegas)

Lo que no se cambia...


"Eu só quero que você saiba que estou pensando em você
Mas te quero livre também...
Como o tempo vai e o vento vem."
(Marisa Monte)

Trilha sonora daquele tempo
E se encaixa perfeitamente para este momento.

Sentimentos se tranformam
Mas sua essência permanece constante,
Seja o tempo que for.

Pois há coisas que nunca mudam
Como o amor que sinto.

terça-feira, 22 de março de 2011

De quem se fez especial...


Existem pessoas que a gente não esquece
nem se esquecer.

Apenas humanos

Cena do filme "Sexo sem compromisso"
por que tanto medo
de um envolvimento?
se o amor acontece
nos melhores momentos.

pra que fugir,
não querer amar?
se temos tanto
amor pra dar.

somos humanos
errar faz parte
mas deixar de amar
é falta de coragem.

somos humanos
seres de amor
por que ir contra
os nossos instintos?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mude!

Descobri um vídeo no youtube ainda no início do ano. Achei muito interessante, pois apresenta um jeito diferente e divertido de encarar algo que incomoda muito as pessoas em geral: mudar. Mostra ainda que em muitas situações são nossos preconceitos, tabus ou medos que nos atrapalham em realizar a mudança em questão. E mudar faz crescer, amadurecer... Mudar faz viver melhor. Um vídeo bem motivador.

Mude, experimente, movimente...
Nunca é tarde.


domingo, 20 de março de 2011

Outono de mim


Sentia-se como numa troca de estação.
Do passado se desfazia, assim como as folhas secas deixavam as árvores;
Um novo caminho se abria pra ela.
No momento, não era primavera nem verão,
Era toda outono.

"Repara que o outono é mais estação da alma do que da natureza." (Nietzsche)

sábado, 19 de março de 2011

Dos movimentos que a vida faz...


Dias vêm e vão
Horas passam
Sentimentos se entrelaçam
Lembranças se esquecem
Coisas acontecem
E a vida enfim acerta o tom.

terça-feira, 15 de março de 2011

Thinking about...


Tudo na vida depende da perspectiva que se olham as coisas. O importante é como você as vê.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Momento introspectivo


"Inferno astral é uma expressão popular (e não um termo técnico da Astrologia) que se refere ao período (mês) que antecede o aniversário. Essa expressão dá uma conotação negativa para essa fase que não é necessariamente ruim [...] Como estamos fechando um ciclo e nos preparando para viver um novo nascimento, é natural que fiquemos mais sensíveis, mexidos emocionalmente e também mais pensativos, fazendo balanços, avaliações e tomando resoluções. Seria algo como as dores do parto. Crescer, se transformar e evoluir é algo que exige muito da gente. É importante afastarmos as ideias negativas da nossa cabeça, pois, nesse mês antes do aniversário, podem acontecer coisas especialmente boas e significativas." (via internet)

inferno/paraíso astral; pré-aniversário; ciclos que se fecham; pensamentos positivos; mente que se abre; vida em movimento; evolução; novas ideias; transformações; saudades; sensibilidade à flor da pele; ansiedade; metas estabelecidas; foco definido; anseios; gastrite nervosa; mente inquieta; coração tranquilo.

Explosão de emoções.

Fase de mudança interior.
Necessária.
Positiva.

Hora de colocar as coisas nos seus devidos lugares.
Porque o universo conspira a meu favor. E eu acredito! [2]

quinta-feira, 10 de março de 2011

'El universo sobre mí'

Avistei-o de longe e meu coração já não bateu acelerado como fazia antes.

Lembro do início, ele confirmava sua vinda e eu ansiosa esperava a hora dele chegar. O interfone tocava e meu coração quase saia pela boca. Eu descia as escadas de dois em dois degraus, apressando aquele momento, querendo vê-lo logo. Abria a porta e imediatamente nos abraçávamos e nos beijávamos enlouquecidos de desejo, saudade e paixão.

De tanta angústia e sofrimento, acabei me esquecendo dos melhores momentos dessa relação. E valeu tanto vivê-la, apesar dos pesares.

Hoje sei que isso tudo terminou, deixando  somente  boas e inesquecíveis lembranças. Mais um ciclo se fechou. Sem sentimentos ruins, pois não há como sentir tal coisa por alguém que se amou tanto.

Assim sigo com o coração tranquilo, numa espera ansiosa mas segura de um novo ciclo cheio de cor, vida e amor.

Porque o universo conspira a meu favor. E eu acredito!

sábado, 5 de março de 2011

É tempo de carnaval


"Fui correndo vestida de rosa [...] Fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval."

(Clarice Lispector)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bom-humor é fundamental

Tempos atrás li um livro muito legal, chamado "Dez (quase) Amores" da escritora gaúcha Cláudia Tajes, e não poderia deixar de citá-lo, como também comentar a respeito dele.

O livro fala de uma mulher relatando os diversos relacionamentos que ela teve na sua vida, contados em pequenas histórias em estilo comédia romântica, ou como a própria autora descreve "Amores que viraram histórias. Histórias que viraram amores. Ou quase." Uma verdadeira terapia do riso.
A personagem da história, Maria Ana, é uma típica mulher em busca do seu "grande amor". Alguém que sonha com príncipes encantados mas sabe ser realista. Vaidosa como qualquer mulher sem se descabelar se a relação foi por água abaixo (de novo). Ao contrário, toca o barco se divertindo com as relações que a vida lhe remete até encontrar "o cara certo" pra ela. É o amor visto pelo lado feminino, mas com a malícia que um retrato da mulher livre contemporânea requer.

Maria Ana é uma mulher como todas nós, com manias, vaidades, fantasias, vontades e crenças. Que sonha com um parceiro ideal e quer construir uma família, mas que não desiste se a relação tem um fim, ao contrário, parte pra outras sem cair na tristeza (ou permanecer nela).

E isso é o que todas nós mulheres deveríamos fazer. Sem se desesperar e chorar quando uma relação termina, mas analisar que por algum motivo aquela pessoa com quem tivemos um laço tão grande de afeto passou por nossas vidas e, mesmo não dando certo como gostaríamos, não era pra continuar mais e sim, nos trazer algum ensinamento. Ok, sei que na prática isso tudo não é nada fácil, mas pior seria ficarmos nos martirizando por algo que acabou e não tem mais volta.

O que mais admiro na personagem Maria Ana além dela viver os amores, cada qual como se fosse pra sempre, intensamente, é que quando acabam, seu coração partido se regenera rapidamente.

Nos livros tudo parece ser mais fácil, não é?! Mas na vida real também pode ser, é só tentarmos. Afinal, sorriso e bom-humor nos deixam mais leves e bonitas, e isso atrai olhares pra nós que pode muito bem ser de um novo pretendente pintando por aí. Ou até mesmo, "daquele cara", por que não?

E quanto ao livro, não deixem de ler. É garantia de boas risadas.

*Texto antigo, reformulado e postado em um momento muito a ver com minha vida!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Café e boas companhias


Pausa nos atropelos e correria da semana para um 'orkontrinho'. Cafés, boas conversas e pessoas queridas. São momentos como esse que deixam a minha vida mais colorida.

terça-feira, 1 de março de 2011