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Mostrando postagens de Maio, 2015

senti(n)do.

Uma canção ouvida repentinamente, um sabor que nos causa nostalgia, um cheiro diferente, uma imagem marcante, tudo nos transforma. Nossa consciência se expande, e uma vez ampliada devido a essas novas sensações, ela nunca mais retrocede ao que era. Os sentidos se aguçam. Muda o nosso jeito de pensar e ver a vida. Então, percebemos melhor as pequenas, simples e boas coisas da vida. Isto é viver intensamente.

peace and love.

A gente percebe que está amadurecendo quando, ao invés de sentirmos raiva, mágoa ou remorso por alguém que nos fez mal um dia, temos compaixão por ela. E amor. De repente, perdoar se torna mais fácil, deixa o coração leve e a alma livre. A vida assim, retribuirá nessa mesma frequência de paz e amor.

la vie en douce.

Quando a gente gosta de nós mesmos, tudo muda. Inclusive a gente. Então percebe-se uma felicidade enorme dentro de si. Felicidade de um jeito simples. Das coisas mais simples. Que vêm da nossa essência. Exalar alegria em sorrisos é o que basta pra passar bem o dia. Sentir os dias passarem sem a pressa das horas, porque tudo tem seu tempo e nada é mais justo do que esperar o tempo certo das coisas em paz com nós mesmos. Fazer do tempo, nosso amigo. Dos tropeços, lições. E novas ideias também, guiando-nos assim, por novos caminhos. 
E de repente, a gente se sente mais bonita, mais atraente, mais confiante em si mesma. Por simplesmente gostarmos de nós, exatamente como somos. Então deixamos a vida fluir na frequência dos nossos pensamentos. Alegres, otimistas, amorosos, pacientes e cheios de ternura. A intuição serve de guia, nos inspira no que for melhor pra gente. A fé, a sensação doce de acreditar, faz o barco (objetivo) seguir firme e forte no rio da vida. A auto-estima está em um nív…

les délices d'être une parisienne.

Imagem
“- Bien sûr, je meurs d'envie de le revoir.  - Avez-vous lui donnez votre numéro?  - Non, quand je suis parti, j'ai dit: ‘Nous nous reverrons!’  - Quoi?  - Croyez-moi: Si un homme vous veut, il va vous trouver!  - Mais vous ne lui donner votre nom!"
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"- Of course I’m dying to see him again.   - Did you give him your number?   - No. When I left I just said: ‘We’ll meet again!’   - What?   - Trust me: If a man wants you, he’ll find you!   - But you didn’t give him your name!”
 (How to be Parisian wherever you are)