segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Coisas do Amor

Coisas do amor não têm explicações... 
Porque eu te amo, mesmo você estando tão longe de mim.
Porque eu te quero e sei que você também me quer.
Porque nos entendemos num simples olhar.
Porque temos uma telepatia impressionante entre nós dois.

E quando estamos juntos, nos transformamos num ser único.

Ninguém pode entender a ligação que temos, mas e daí?
Que me importa a opinião dos outros? O que eu sinto por você nunca mudará.

É incondicional!
É inesquecível!
É surpreendente, sincero...
Me faz tão bem!

Você é o erro mais exato que tive e o amor imperfeito mais perfeito entre os seres.

Se eu soubesse tudo o que sei agora, tudo o que vivi nesses anos e descobri com você, erraria tudo exatamente igual...
Porque quando o erro for bom, errarei sempre!

E se o meu destino for ficar com você, meu bem, a gente ainda vai se ver por aí.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Presentes & Amizades

O Natal ainda não chegou e eu já estou ganhando presentes. E de amigos maravilhosos! Quem foi que disse que não se pode ter amigos virtuais? Pois eu digo que pode, e é muito bom. Pessoas especiais existem em qualquer lugar, inclusive na internet e eu agredeço por tê-las conhecido.
Neste post queria deixar registrado o carinho que recebi de alguns desses amigos. Que essa amizade perdure para sempre. Obrigada, amigos!
Ane

Presentes das comunidades do orkut: Livro Errante (amigo-secreto e concurso de contos) e Gostamos de Ler.

Presente da amigo-secreta Eva Jô, de Salvador, da comunidade Gostamos de Ler.


Presente da amiga-secreta Ednice, de Natal-RN, da comunidade Livro Errante.
Presente do concurso de contos do Livro Errante:
enviado pela Márcia Regina de Porto Alegre-RS e,o marcador de páginas feito pela Eliane de Porto Velho-RO.

P.S.: Tenho muito o que ler. Oba!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Há coisas que são mais simples do que se imagina...

Acordou de um sonho bom! Espreguiçou-se prazerosamente, quando de repente olhou para o lado e se deparou com um corpo ali, dormindo profundamente. Que susto levou! Por um minuto esqueceu que não estava sozinha. Na verdade acabou de lembrar da noite deliciosa que tinha vivenciado a pouco, mas ainda não se habituara em acordar, digamos assim, acompanhada. Havia decidido que, após o sexo, pediria com jeitinho, para o moço ir embora, apesar de não conseguir lembrar exatamente o porquê de não ter feito isso, afinal ele estava bem ao seu lado, atirado, envolto aos lençóis.
Olhou outra vez para o rapaz ali, era moreno, tinha a pele clara, cabelos desgrenhados, bonito. Estava nu – que corpo! – bem à vontade, praticamente sentindo-se em casa. Humm, isso a fez estremecer um pouco, um leve frio na barriga surgiu. Já estava saindo há algum tempo com ele, mas era a primeira vez que trazia à sua casa. E a primeira vez deles também! Gostava dele! Era carinhoso, gentil, companheiro, bonito e, excelente amante, o que havia descoberto não fazia muito tempo, mas não sabia identificar exatamente que sentimento era aquele que estava surgindo dentro de si. Algo incomum para ela!
Levantou cuidadosamente para não acordá-lo. Não queria que ele a visse toda descabelada e com mau hálito. Rapidamente, foi ao banheiro. Escovou bem os dentes com direito a fio-dental e bochecho com anti-séptico bucal. Lavou o rosto, penteou os cabelos, olhou-se no espelho! Sim, estava com uma aparência melhor. E agora, o que faria? Prepararia o café ou o acordaria primeiro? Foi preparar o café e esperar ele acordar sozinho. Não sabia lidar muito bem com esse tipo de situação.
Na cozinha, enquanto preparava algo para comer, passaram em sua cabeça cenas da noite estupenda com o rapaz do quarto. Agora, recordando de tudo, via o quão intenso foi tudo aquilo. Era difícil de comparar com outras relações outrora tidas, pois aquela foi única, inexplicável! Estaria apaixonada? Ai, meu Deus, era só o que faltava, pensou. Havia acabado de terminar um relacionamento de três anos e tinha prometido não se apegar a ninguém, especialmente agora que tinha enfim conquistado sua liberdade e conseguido alugar um apartamento só para si. Se bem que tinha passado dos 30 e a maioria de suas amigas estavam casadas e muitas já com filhos. Não, não! Sem precipitações! Talvez ele tenha dormido aqui porque era muito tarde, ou estava chovendo... Sim, chovia muito ontem à noite! Chovia? Sinceramente, depois que ela entrou no apartamento ontem, esqueceu do mundo lá fora. Talvez não tivesse dinheiro para o táxi e ficou sem graça em pedir emprestado. Não, ele veio de carro, então não pode ser isso também. Sua cabeça fazia um nó quando foi chamada de volta com o bip do microondas. De repente olhou para a porta e viu-o a espiando. Aqueles olhos azuis tão envolventes, ternos. Veio em sua direção, abraçou-a, sussurrou “bom dia” em seu ouvido, elogiou-a e beijou-lhe ardorosamente. Agora começava a lembrar porque não havia mandado ele para sua casa.
- Que tal um banho a dois? – ele perguntou.
Ela não pensou duas vezes. Puxou-o pela mão e o levou direto ao banheiro. Quem sabe mandasse ele embora logo depois, mas por alguma razão, ela sabia que isso não ia acontecer.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Amores & destinos

Era sempre igual. Dia após dia a mesma rotina. O despertador tocava às seis da manhã com o locutor da rádio gritando de maneira exagerada como se tivesse saído de uma festa ou coisa parecida. Com um toque no rádio-relógio, ele desligou-o e espreguiçou-se. Sim, mais um dia com chefe falando sem parar atrás dele em um trabalho demais para um salário inversamente proporcional ao mesmo, e uma faculdade na qual só fazia como garantia de permanecer no emprego.
Havia terminado fazia um mês com sua ex-namorada. Ela, sem mais nem menos, apaixonara-se (segundo a própria) por um filho de banqueiro e resolveu terminar a relação, logo em um momento que ele acreditava ter encontrado alguém realmente legal. Doce ilusão!
Saiu da cama e foi tomar uma ducha. Colocou a cabeça embaixo d'água e ficou pensando no quanto sua vida se desestruturou nos últimos tempos. Era jovem ainda, mas já beirava os 30. As coisas iam bem no início da faculdade, ainda na época que cursava jornalismo (a profissão dos sonhos. Amava escrever!). Porém, depois da morte do pai, cada integrante da família foi para um lado e ele se mudou para a capital. Passou no vestibular em uma universidade federal já que não podia pagar seus estudos, vendeu o carro para adiantar um dinheiro até conseguir trabalho. Alguns dias depois que chegou à cidade, conheceu Ana e, no mesmo instante que pôs os olhos nela, apaixonou-se! Era linda! Olhos azuis, cabelos castanhos ondulados caídos em suas costas, cintura fina, boca perfeita... Porém seus amigos alertaram-no que era melhor ter cuidado, pois ela já havia ferido muitos corações. Mas a paixão cega as pessoas e foi o que fez com ele. Não deu ouvido a eles e tapou seus olhos. Pôs sua mão no fogo por ela. Pena que se queimou. E a ferida em seu coração ainda estava aberta. Doía só de lembrar da traição!
Desligou o chuveiro, se enrolou na toalha e olhou-se no espelho. Como estava mudado. Pálido, com a barba por fazer, olheiras profundas como conseqüência de noites de insônia. Havia emagrecido. Também pudera, morando sozinho, com pouco dinheiro e com todos horários ocupados praticamente esquecia de comer. Fora que seu estômago não ajudava muito, pois sentia pouca fome nos últimos dias. Fez a barba, penteou os cabelos, passou desodorante... Tentou melhorar seu aspecto cansado. Em vão!
Foi para seu quarto, colocou uma calça jeans, uma camisa, os sapatos gastos e foi preparar um café na cozinha. Nesse instante, lembrou de sua mãe e dos deliciosos cafés da manhã que preparava para ele, cheios de bolos, frutas, sucos, pães. Quanto tempo não ligava para ela. Faria isso à noite, sem falta! Da família, era a única pessoa que mantinha contato. Os irmãos, cada qual foi para um lado, com os dois mais velhos, teve uma discussão muito feia após o falecimento do seu pai e nunca mais os viu. Não sente remorsos por ter brigado, pois sabia que estava com a razão, mas sente muita falta deles e da época em que se davam bem. Sabia que sua mãe não gostava disso, mas o que ele podia fazer se os irmãos eram tão egoístas? Lágrimas saltaram de seus olhos. Nisso olhou o relógio no pulso e levantou num pulo, colocou a xícara na pia, escovou os dentes e saiu para esperar o ônibus. Já estava mais que atrasado! Se chegasse tarde no escritório poderia por em risco seu emprego, já que seria o terceiro atraso no mês.
Quando chegou à parada, viu o ônibus sair em seguida. Entrou em desespero. O próximo ônibus só passava 45 minutos depois. A estação do trem ficava do outro lado da cidade, não valia à pena ir até lá e, táxi era impensável sabendo que estava com o dinheiro contado para o resto do mês. O jeito era esperar o coletivo chegar.
Nesse tempo, sentado no banco da parada de ônibus, viu um carro cinza parando perto dele. Em seguida o vidro do carona baixou e, apareceu uma moça dizendo ser sua colega do escritório. Ele não lembrava dela, mas porque trabalhava em outro setor e não tinham convivência. "Você é o Léo, não é mesmo?", ela perguntou. Nossa, ela até sabia seu nome. Pediu se ele queria uma carona. Ele aceitou. O medo de ser demitido fê-lo entrar no carro rapidamente, sem pensar muito. Aquele carro era extremamente limpo, perfumado. No rádio tocava Jorge Drexler. Foram conversando por todo o caminho sem perceber a hora passar. Companhia agradável! Fazia tempo que não conversava com alguém sobre assuntos mais amenos, sem ser sobre trabalho ou relacionado à faculdade. Chegaram ao escritório cinco minutos antes do horário. Antes de se despedirem, ela convidou-o para um happy hour depois do serviço, à tardinha, com ela e algumas pessoas do escritório. Ele lembrou que não teria aula naquele dia e precisava espairecer um pouco. Aceitou!
Combinaram de se encontrar em um bar ali perto por volta das 18 horas. Quando chegou, não viu ninguém da turma que ia e achou estranho. Escolheu uma mesa e aguardou, pensando ter chegado cedo. Pediu uma cerveja e ficou a observar as pessoas em volta, todos muito animados, conversando alto, rindo... Quanto tempo não saía e se divertia. Eram tantos problemas que não tinha mais tempo para um pouco de lazer em sua vida. Entre um devaneio e outro, sentiu uma mão em seu ombro. Olhou para trás e viu sua colega – a da carona. Cumprimentou-lhe com três beijinhos e puxou uma cadeira para ela sentar. Nisso se deu conta de que não havia pedido o nome dela. Enrubesceu o rosto e, ela perguntou-lhe o que havia acontecido.
- Nada, está calor aqui dentro, respondeu nervoso.
Nem sabia porque estava nervoso, mas, onde estava o resto do pessoal? Foi o que ele acabou de pedir pra ela.
- Na verdade, eu menti! – ela disse, com um risinho estranho no rosto. – Queria sair com você, mas, não sabia como fazer isso, até que, por ironia do destino te vi no caminho do escritório hoje e imaginei que teria perdido o ônibus e precisava, talvez, de uma carona... Desculpa pela mentira! Se estiver brabo comigo pode ir embora. Irei entender!
Ele ficou espantado com o que ela acabara de dizer. Mas, ao mesmo tempo, sentiu-se bem ao ouvir aquilo. Nunca havia recebido uma declaração antes, além do mais, depois que terminara com sua ex não conhecera mais ninguém e nem tinha entusiasmo pra isso. Olhou-a mais atentamente. Realmente era muito bonita! Olhos castanho-amendoados, seus cachos caindo no rosto dando certa elegância. O jeito que ela se vestia, chique sem ser vulgar, discreta, porém atraente. Era inteligente, simpática... Como não havia reparado nela antes? – ele se perguntava.
Voltando a si, não sabia exatamente como se portar e o que devia falar. Ela também se sentia um pouco encabulada. Então ele a convidou para ir até o seu apartamento, assim podiam ficar mais à vontade. Quando entraram no carro, num impulso, beijou-a. Não sabia porque fizera isso. Carência, talvez! Mas foi um beijo incrivelmente bom!
No trajeto, ficaram calados. Nenhum dos dois conseguia arrumar algo para dizer. Ela ligou o rádio para quebrar o clima estranho que estava ali. Chegaram ao prédio. Entraram no apartamento que estava completamente desarrumado. Há séculos que não o arrumava! Tentou desculpar-se pela bagunça, mas ela o calou colocando o dedo indicador em seus lábios. Antes de ele falar alguma coisa, ela segurou sua cabeça delicadamente e o beijou. E parou! Mas ele prosseguiu no beijo! Deitaram ali no sofá mesmo, e entre beijos, abraços, sussurros fizeram amor. Esplêndido! Estupendo! Gozaram juntos, num orgasmo arrebatador! Naquele momento, ele esquecia de todos os problemas da sua vida e todas as coisas ruins que estava passando. Tinha encontrado o paraíso, e um anjo o havia mostrado o caminho. Por favor, pensava, se isso for um sonho não quero acordar!


Mas acordou! Com o despertador tocando! Virou para o lado, mas não tinha ninguém! Olhou as horas: seis e meia! Levou um susto! Levantou meio tonto ainda e olhou ao redor: tudo arrumado! O que está acontecendo aqui? – indagou. Andou pelo apartamento, mas não encontrou ninguém. Teria sido um sonho tudo aquilo que havia passado? Mas, como conseguiu chegar aqui? Não lembrava de nada. Estava confuso e angustiado. Foi até a cozinha e tomou um copo de água. Nisso viu que havia mensagem na secretária eletrônica. Ligou para escutar. Era sua mãe perguntando se estava tudo bem e dizia estar com saudades. Lembrou que iria ligar pra ela, mas pelo visto, ela foi mais rápida. Estava convidando para ir à sua casa no próximo final de semana, pois queria reunir os filhos. Desligou a secretária e voltou a decifrar o que podia ter acontecido. Bom, logo mais encontraria com ela no escritório e conversariam. Talvez não quisesse me acordar e foi embora, pensou. Mas, como era mesmo o nome dela?
Por algum motivo, nesse dia, estava de um jeito diferente, mais entusiasmado, feliz. Tomou banho, fez a barba, passou perfume e, decidiu que precisava urgentemente renovar seu armário de roupas.
Por incrível que pareça chegou bem antes no ponto de ônibus. Ficou prestando atenção nos carros que passavam, mas nenhum igual àquele que ele queria encontrar. No trajeto para o trabalho tentou lembrar se ela havia mencionado o setor que trabalhava, mas não conseguia recordar, muito menos do seu nome. Mas do beijo, do perfume, do seu corpo junto ao dele, do sexo... Isso lembrava muito bem, e como lembrava!
Chegando ao prédio onde trabalhava foi, primeiramente assinar o ponto, depois foi atrás de seu “anjo”. Perguntou para vários funcionários se conheciam a moça, descreveu-a para eles tentarem reconhecê-la. Em vão! Nenhuma pista, nada! Foi até o estacionamento localizar o carro cinza, aquele da carona, do beijo. Muitos carros tinham lá, mas nenhum cinza. Nenhum igual ao dela!
Decidiu que só podia ter sonhado. Uma invenção de sua cabeça! Andava tão estressado e abstinente de sexo que poderia ter imaginado tudo aquilo mesmo. E assim seguiu sua vida, naquela rotina de sempre, mas agora saindo mais e conhecendo muitas mulheres. Talvez em alguma delas encontrasse seu anjo outra vez.

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Um tempo depois, Léo recebeu uma chamada estranha no seu celular. Diziam que era de um hospital e que ele precisava ir pra lá o mais rápido que pudesse. Seria um trote? Por uma razão, talvez intuição, foi até lá.
Chegando ao local, foi encaminhado para o médico que havia feito a ligação. Ele lhe disse que sentia muito pela perda, que havia feito de tudo, mas ela não conseguira reagir. Ela? – Léo falou, mas ela, quem? – indagou ao médico.
- Sua esposa, ora! – o médico respondeu, um pouco confuso.
- Mas não sou casado! – Léo exclamou - O que está acontecendo, afinal? Não estou entendendo nada!
- Bom, minha paciente faleceu ao dar à luz. Não resistiu. Foi um parto muito difícil, mas algumas horas antes ela me disse que, se ela não sobrevivesse era para te ligar, pois ela queria que sua filha ficasse com o pai e não com um desconhecido. E me deu seu telefone.
- Filha, eu tenho uma filha?
- Ora, foi o que eu disse. Da Isabela, sua esposa. Foi o que ela disse ser sua.
- Isabela? Humm... eu gostaria de vê-la. Despedir-me dela ou já levaram o corpo.
- Ainda não. Imaginei que quisesse vê-la e, também preparar o velório. Sei que ela não tem nenhum parente próximo...
- Sim, claro! – Léo não estava acreditando naquilo, mais confuso impossível estar.
Quando avistou o corpo, pensou “É ela! Meu anjo.” Enfim havia a encontrado, mas naquele estado. O médico pediu licença e o deixou a sós com o corpo jazido ali. Ficou olhando cada pedacinho do corpo dela, de seu rosto... Sim, é ela! Mas por que fugiu dele? Sumiu sem deixar notícias. De qualquer maneira e por alguma razão não conseguia sentir mágoas por aquela pessoa, apenas compaixão. Beijou os lábios dela num gesto de despedida, acariciou-lhe a face e saiu da sala. Sentia uma dor no peito, algo estranho, muito ruim. De repente o médico se aproximou dele e pediu se agora queria ver sua filha. Filha? Sim, agora ele tinha uma filha. Mas será que era dele mesmo, isso já não tinha tanta certeza. Foi quando viu aquele pequenino ser por entre a vidraça do berçário. Era uma menina linda! Como a mãe. Foi convidado por uma das enfermeiras para entrar e segurar a criança nos braços. Que emoção! Uma lágrima escorreu em seu rosto. Havia agora um misto de tristeza e alegria entrelaçadas em seu peito e, vendo aquela carinha angelical ali no seu colo, instantaneamente surgiu à imagem daquele dia fascinante que passou com Isabela há alguns meses atrás. Não se sabe exatamente o que aconteceu mas, naquele exato momento teve a certeza de que era o pai legítimo da menina. E ia amá-la muito!

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A partir daquele dia a vida de Léo mudaria completamente. Para melhor! E assim, passaria a viver com dois anjos a guiá-lo em seu caminho. Um na terra e outro no céu.