Madruguei para superar meus limites. Mais uma vez. Percebi, em meio ao sincronismo da respiração com minhas passadas, que a mente engana, o coração guia e o corpo reage a quem a gente escutar. Que a distância sempre será a mesma, independente da velocidade. Mas que se nos dispersamos muito com estímulos externos, perdemos o foco, e mais difícil ficará chegar ao fim. Que ter atenção total ao presente me leva mais longe. E que pensamentos emaranhados de alguma forma se entrelaçam, transformando-se em inspirações. E novas ideias.

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