Sobre cafés, sextas de chuva e as pequenas transformações diárias.

Feliz aquele que vê cor num dia cinza. E numa sexta de chuva, café e poesia. Lá fora, o vento grita. Aqui dentro, silencio. Busco ficção na realidade. E o coração, esse amigo do peito, me sussurra o que às vezes me esqueço: “felicidade, minha querida, vêm de dentro!”

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