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sobre o propósito de transformar mundos.

No dia do nutricionista, comemoro doze anos e meio de um sentimento de amor por exercer essa profissão linda, e com a certeza de estar no caminho certo. Certeza essa que foi desconstruída e reconstruída várias vezes. Porque, de tempos em tempos, a gente se perde no caminho. E são nesses desencontros que a gente se encontra mais. De tudo o que vivenciei nos últimos tempos, hoje posso afirmar que a nutrição me escolheu, e não o contrário. Eu a deixei de lado por alguns anos, não nego. Necessidade de alma. Precisei buscar em outros mundos um sentido a mais para fazer da minha profissão, um propósito de vida. Aos poucos, vou encontrando. Dia a dia. Nos atendimentos, nos clientes, na rotina, em mim. Meu modo de atender nunca é igual. Principalmente com a mesma pessoa. Porque o cliente já não é o mesmo de antes. E eu, nunca sou a mesma de 'ontem'. Assim, acolho a nutrição. Com amor em nutrir vidas, na escrita afetuosa e na empatia do "olho no olho" contribuo para um m...

sobre a sorte que o amor me dá.

Quando criança, encontrei um trevo de quatro folhas num pequeno livro de orações da minha vó. Achei que era de mentira, afinal já estava seco. Parecia de papel. Naquela época, eu conhecia trevo de quatro folhas pelos gibis que eu lia, da Turma da Mônica. E eu sabia também, que dava uma sorte danada pra quem achava um, por ser tão difícil encontrar. Aí uma vez, brincando de desbravar mundos com meu primo, inventei de procurar trevos de quatro folhas nos jardins do clube que frequentávamos. Eu queria muito a tal sorte do trevo. Passamos a tarde toda procurando a bendita plantinha. De tanto mexer na terra, encontrei montes de trevos de três folhas, alguns de cinco. 'E se tirássemos uma folha, vira quatro', eu dizia. Mas mentir pra si mesmo não ia trazer sorte alguma, bem eu tinha aprendido por aí, e confirmei anos mais tarde. Frustrada, esqueci a história dos trevos. Virou lenda. Foi então que nesse final de semana, meu namorado chegou em casa com os olhos brilhando e feliz: ...

Se tiver dúvidas de qual caminho seguir, opte pelo mais bonito. Sempre!

pelos cafés...

Sobre segredos, cafés e cantinhos pra criar/escrever. Pois uma grande ideia não é nada mais que pequenas ideias que se encontram. 

sete meses.

Sete meses de muito amor, cumplicidade e transformação em todos os sentidos. Um transbordamento de emoções. No peito e na vida. Meu riso é tão feliz contigo... Meu melhor presente!

dos exercícios de escrita e dos desapegos de alma.

Abri a apostila aleatoriamente. Na folha dizia para escrever uma carta ao maior desamor da vida. Poxa, logo num momento de transbordamento de amor no peito, vivendo um relacionamento recíproco, mágico e lindo? Pois as coisas não acontecem de modo aleatório. E quem pensaria que eu fosse escrever a carta com tanto amor a um tal desamor aí?! São as cheias de amor e alma que invadem a vida, transformam mundos. Pessoas podem ser pontes, podem nos trazer à tona nossos piores defeitos e nossa melhor versão. Ao mesmo tempo. E sem intenção alguma. Ao (des)amor, após você, transformei-me! No peito, gratidão. Passado zerado. Segue o baile. E o amor que tenho hoje é o presente mais lindo que vivo.

a magia de um instante.

Aprendi com as cerejeiras a ser inteira, viver intensamente o presente, me entregando pro agora, de corpo, mente e coração. Correr é um dos meus exercícios favoritos para aproveitar cada momento da vida de maneira intensa. Porque instantes são mágicos, a vida é breve e passa rápido. Sentir cada quilômetro, cada 100 metros corridos, o vento contra batendo no rosto, a respiração cadenciada, o coração pulsando sincronizado com cada passada não tem preço. Correr transforma. Por dentro. A vida é mágica.

diariamente.

Há muito para ser feito. Então, pare por alguns instantes, se dê um tempo, se conecte com a sua essência e foque no que realmente importa para você nesse exato momento da sua existência. Que a cada manhã você encontre um novo propósito pra ser feliz. Cada dia é uma pequena vida. E pra cada uma, fé, ação, amor e gratidão.

Se eu pudesse, te beijava até a alma.

sobre café e a magia do amar.

No fundo da xícara de café, corações e asas. Desejo de liberdade, amor livre de pré-conceitos. Certezas desconstruídas. Amor doce como cerejas, lindo como o amanhecer. Porque a gente sonha, cria mundos, visualiza o futuro. Encaramos desafios. Nos transformamos. Seguimos rumo ao que queremos, 'sin perder la ternura'. E aí, o universo conspira a favor. A vida se expande. E se (re)faz. Tipo mágica.

a delicadeza do amor.

Bilhetes em guardanapos lembram a gente da delicadeza dos pequenos gestos. Dos detalhes que preenchem o peito. Amor que transborda. E expande pro mundo. A vida se encarrega de ser doce. E linda. Sempre. Pra coleção de finais de semana.

da simplicidade essencial.

Dos sábados quentes em pleno mês de julho, dos cafés ao ar livre e dos amores que colorem a vida. 

sobre a vida, que é incrível.

O mais incrível da vida é encontrar alguém que queira dividir uma tarde, um cupcake e um café com você. E uma vida também.

Reciprocidade é a doce sintonia de almas.

quando o amor transborda.

Já se passaram 168 dias e um mundo de coisas aqui dentro tem se transformado diariamente. Tantas certezas desconstruídas, tantos pré-julgamentos reformulados e abandonados, e muitos jeitos diferentes de enxergar a vida. Miro teus olhos e me vejo refletida em você, nos nossos gostos tão parecidos (iguais, pra ser mais exata, e me surpreendo tanto com isso). Mas não vejo nada disso como um mero acaso, e sim como uma completude. Sintonia perfeita. Porque uma alma especial reconhece a outra de imediato. E mesmo na imensa individualidade que sempre tive, era o que faltava para preencher um cantinho no meu coração. Transbordou, amor! E a cada dia que passa me faz tão bem, me faz feliz!

pós-corrida.

Quando eu corro, sinto uma sensação de liberdade incrível. Liberdade é transformação. Por isso, eu nunca sou a mesma depois de uma corrida.

sobre dar e receber.

Frio pede café. Café lembra carinho. Carinho aquece a alma. E no meu café, corações que lembram a época em que eu fazia arte em cafés. Amor distribuído em xícaras. Hoje sou eu quem recebe esse amor. Porque a gente só ganha o que outrora distribuiu e compartilhou. Essa é a grande magia de dar e receber. E agradecer.

porque os primeiros 21 quilômetros a gente nunca esquece.

Tudo funciona melhor quando carregamos leveza na alma e otimismo no coração. Um passo por vez e a gente conquista o mundo. Ou uma meia maratona.

do nosso primeiro dia dos namorados.

Não importa o tempo que dure, mas o que você me faz sentir aqui dentro. Se em uma corrida, não me importo com a velocidade e a cronometragem, no amor tampouco importa o que virá a seguir. Porque o futuro é feito de pequenos instantes bem vividos. Assim como foi incrível e lindo nosso final de semana juntos!

a hora do chá e a boa literatura.

"Quando se torna ritual, o chá constitui o cerne da aptidão pra ver a grandeza das pequenas coisas. [...] O ritual do chá, essa recondução exata dos mesmo gestos e da mesma degustação, esse acesso a sensações simples, autênticas e requintadas [...] tem essa virtude extraordinária de introduzir no absurdo de nossas vidas uma brecha de harmonia serena. Sim, o universo conspira para a vacuidade, as almas perdidas choram a beleza, a insignificância nos cerca. Então, bebamos uma xícara de chá. Faz-se o silêncio, ouve-se o vento que sopra lá fora, as folhas de outono sussurram e voam... E, em cada gole, se sublima o tempo." (Trecho do livro: A elegância do Ouriço)